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Autor Profª Olímpia
Pergunta:

Olímpia fala sobre o assunto mais votado, no eixo oralidade, em sua enquete do ano passado: o ensino de gêneros orais por meio de sequência didática (SD).

 

Dedicados leitores,

Após prosearmos sobre o primeiro lugar dos eixos leitura e produção de textos, eleitos pela participação de vocês em nossa última enquete, chegou a vez de focarmos nossa atenção ao eixo da oralidade, precisamente o assunto mais votado, a saber, o ensino de gêneros orais por meio de sequência didática (SD).

Para quem acompanha nosso Portal, é lugar comum a ideia de que defendemos o ensino sistemático de gêneros discursivos orais, escritos e multimodais pela organização de SDs, sendo os Cadernos do Professor nossa maior referência para a exploração de diversas oficinas vinculadas ao gêneros poema, memória literária, crônica, artigo de opinião e documentário.

O que penso se revelar como algo menos explorado em nossas salas de aula - e, confesso, até aqui no nosso espaço de interação - seja a discussão sobre o caminho a ser trilhado quando um gênero marcado pela linguagem oral é tomado como centro do trabalho pedagógico. Nesse sentido, penso valer a pena trazer à tona duas fundamentais e inspiradoras fontes de reflexão: a BNCC (Brasil, 2017) e os dizeres do Prof. Dr. Joaquim Dolz (da Universidade de Genebra). 

A consulta à BNCC (Brasil, 2017, p. 76-77) revela a condição de apreciarmos o ensino de gêneros do eixo da oralidade a partir da seguinte configuração:

O Eixo da Oralidade compreende as práticas de linguagem que ocorrem em situação oral com ou sem contato face a face, como aula dialogada, webconferência, mensagem gravada, spot de campanha, jingle, seminário, debate, programa de rádio, entrevista, declamação de poemas (com ou sem efeitos sonoros), peça teatral, apresentação de cantigas e canções, playlist comentada de músicas, vlog de game, contação de histórias, diferentes tipos de podcasts e vídeos, dentre outras. Envolve também a oralização de textos em situações socialmente significativas e interações e discussões envolvendo temáticas e outras dimensões linguísticas do trabalho nos diferentes campos de atuação.

 

Ainda segundo o documento, o tratamento das práticas orais deve compreender: a consideração e reflexão sobre as condições de produção dos gêneros orais que regem a circulação de diferentes gêneros nas diferentes mídias e campos da atividade humana, a compreensão de textos orais, a produção de textos orais, compreensão dos efeitos de sentidos provocados pelos usos de recursos linguísticos e multissemióticos em textos pertencentes a gêneros diversos e a relação entre fala e escrita (Brasil, p. 77-78). 

Vale lembrar que as práticas educativas devem ser pautadas na seleção de gêneros que promovam a ampliação de conhecimentos por parte dos estudantes, considerando o repertório prévio de saberes de cada turma sobre o gênero oral em destaque. Nessa medida, cabe complementar nossa reflexão com as contribuições do Prof. Dr. Joaquim Dolz, defensor do ensino de gêneros orais por meio de SDs.

Entre outras publicações, acredito que a videoconferência “O oral também se ensina”, a seguir apresentada, poderá compor nossa prosa de forma muito significativa, de modo a podermos melhor compreender os diferentes aspectos que envolvem o ensino de gêneros orais e, com particular atenção, a reflexão sobre a intervenção pedagógica baseada no que o autor denominou “Os 10 mandamentos para o ensino da oralidade”. Vamos conferir?

 

 

Para além dessas instigantes provocações teórico-práticas, sugiro a exploração dos Percursos Formativos, eixo oralidade, a fim de podermos compor um aprofundado estudo.  

Adoraria conversar mais com vocês sobre o ensino de gêneros orais. Então, aguardarei a voz de todos!

Bj carinhoso, obrigada e até já,

Olímpia

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