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Consciência Negra: o compromisso cotidiano do fazer docente para o enfrentamento ao racismo

Escrevendo

08 de novembro de 2023

Em 20 de novembro de 1695, o líder e grande ícone da resistência negra Zumbi dos Palmares era assassinado em uma emboscada. Séculos mais tarde, essa data se tornou um ato político de afirmação da luta contra o racismo e a favor da emancipação social, política e econômica do povo negro no Brasil.

Fruto das lutas dos movimentos negros, o 20 de novembro celebra o Dia da Consciência Negra como um momento importante e estratégico de reconhecimento e formulação de reflexões em torno do combate ao racismo e suas diversas formas de expressão em nossa sociedade que devem estar em pauta todos os dias do ano.

No âmbito da educação, foi promulgada a Lei nº 10.639, em 2013, que tornou obrigatório o ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africanas nas redes públicas e privadas de todo o Brasil e, além disso, também incluiu o 20 de novembro como “Dia Nacional da Consciência Negra” no calendário escolar.

Reconhecer a importância dessa data deve ser uma oportunidade a mais de trazer para a sala de aula reflexões e debates que colaborem com a construção de uma educação antirracista de fato. A presença de pensamentos, saberes, ciências e conhecimentos diversos produzidos por autoras(es) negras(os) deve compor o planejamento docente de forma integral e independe de um calendário de eventos.

E pensando justamente nas premissas de celebrar, memorar e repertoriar, reunimos neste especial conteúdos que abordam a história, a literatura e a cultura negra para que esta temática possa integrar, de forma contínua, os programas de ensino de Língua Portuguesa de professoras e professores nas escolas brasileiras.

 

Leia sobre A importância de celebrar o 20 de novembro – Dia da Consciência Negra neste artigo do educador social e técnico de projetos do Cenpec Washington Góes.

 

Em Feminismo negro – para um novo marco civilizatório, escrito por Djamila Ribeiro para a edição nº 32 da revista Na Ponta da Lápis, a autora pontua a importância e centralidade do feminismo negro para o debate político e apresenta uma análise sobre a opressão da mulher negra a partir do recorte da interseccionalidade.

 

Veja também o artigo Unindo o discurso à prática: não basta ser antirracista. É preciso ler o que as autoras e autores negros escrevem, de Bel Santos Mayer, publicado na edição nº 39 da revista Na Ponta do Lápis, que reflete sobre o lugar ocupado pela literatura do enfrentamento do racismo e promoção da igualdade racial. Ainda considerando a contribuição da arte literária para o fortalecimento das lutas antirracistas, não deixe de ler o texto A contação de história para o empoderamento da criança negra e a literatura negro-brasileira do encantamento infantil e juvenil: mudanças necessárias de paradigmas, de Kiusam de Oliveira.

 

No Portal Escrevendo o Futuro, você encontra ainda diversos artigos de reflexão teórica sobre a importância de autoras e autores negras e negros para a literatura brasileira, com dicas de como levá-las(los) para a sala de aula. Dentre eles, destacamos:

 

Separamos também alguns planos de aulas e propostas de atividades de Língua Portuguesa alinhados à Base Nacional Comum Curricular para você, professora ou professor, trabalhar com as suas turmas:

 

Conheça a trajetória de Roberta Estrela D’Alva, contada na entrevista A poesia sempre vence, publicada na edição nº 32 da revista Na Ponta do Lápis, na qual a poeta compartilha seu trabalho com o slam e a performance. Confira também a entrevista com o quadrinista Marcelo D’Salete, reconhecido por abordar temas como o racismo e o colonialismos do Brasil em suas obras, visibilizando heróis negros e periféricos. Leia ainda sobre o trabalho de Juliana Balduíno com educação a partir da literatura negra em mais essa entrevista realizada pelo Escrevendo o Futuro.

E como a arte literária não poderia faltar nesse especial em comemoração ao mês da Consciência Negra, inspire-se com essas poesias e narrativas publicadas em nosso Portal:

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