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Pergunte a Olímpia

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Autor Porfª Olímpia
Pergunta:

Depois de muito trabalho desenvolvido na 6ª edição da Olimpíada, veja algumas dicas de como valorizar as produções dos alunos.

 

Dedicados professores,

Estamos em pleno processo de seleção de textos escritos e documentários, no trabalho das Comissões Julgadoras Municipais, desenvolvido no período de 22 de agosto a 09 de setembro, em todas as redes de ensino participantes da 6a edição da Olimpíada de Língua Portuguesa.

Como alertei no texto da semana passada – Dicas para a Comissão Julgadora Municipal - o objetivo dessa comissão é avaliar e selecionar os textos e vídeos enviados pelas Comissões Julgadoras Escolares das escolas municipais, estaduais e/ou federais localizadas em cada município, determinando, assim, o encaminhamento dos melhores exemplares de cada gênero olímpico para as Comissões Julgadoras Estaduais (a serem realizadas de 26 de setembro a 11 de outubro).

Trata-se, sem dúvida, de uma grande e intensa mobilização! Afinal, os frutos de um trabalho sério, constante e diversificado com as práticas de linguagem em função da produção de um gênero discursivo já romperam os muros da escola e ganham outros leitores, apreciadores da língua portuguesa e, sobretudo, do denso e exigente trabalho de professores e professoras (do EF até o EM) em torno do processo de aprendizagem dos estudantes.

Por todo esse investimento reflexivo e formativo, queremos agradecer a cada um de vocês e dizer que a crença em nosso Programa nos fortalece e nos faz esperançar; apostar com vocês em sempre privilegiar e oferecer a nossos adolescentes e jovens o exercício da palavra que, tomada na potência da autoria, pode (trans)formar a vida de todos, seja pelo “alimento literário” de poemas, memórias e crônicas, seja no “empoderamento argumentativo” contemplado, de forma abundante, em documentários e artigos de opinião.

Como não enaltecer todo esse percurso? Como não comemorar, da forma mais ampla e significativa possível, esse grande encontro de estudantes com a palavra? 

Pensando nisso, entendo ser fundamental que vocês reservem um tempo generoso para a celebração, não apenas entre os colegas da sala de aula, mas envolvendo a escola e, se possível, mobilizando contatos externos - em rádios, TVs locais, jornais impressos e virtuais -, a fim de darem visibilidade a tudo que foi produzido nas oficinas e que promoveu a elaboração de textos escritos e multimodais que retratam, de diferentes formas e múltiplos olhares, os modos de ser, pensar e viver em cada lugar representado pela voz dos alunos.

Para exemplificar e iniciar a prosa sobre modos de socializar tais dizeres, seguem algumas ideias que, certamente, serão ampliadas com as propostas de vocês (não deixem de comentar como vocês têm promovido a publicização, combinado?).

Elineide Ferreira de Sousa EMEB Marcos Rogério da Rosa São Bernardo do Campo São PauloCertamente, para que os textos escritos e os documentários fossem enviados para a Comissão Julgadora Escolar (CJE), um trabalho de apreciação e discussão das produções foi realizado em cada sala de aula. Agora, é hora de investir no movimento de compartilhar dizeres não apenas no interior de cada classe, mas sobretudo entre anos do mesmo segmento ou até de outro. Imaginem a euforia de crianças da Educação Infantil ao receberem estudantes do 5o ano do EF para uma manhã ou tarde com um sarau de poemas? Igualmente, podem antecipar o encantamento de nossos estudantes com o retrato do lugar, analisado sob a ótica de cada autor(a) de diferentes gêneros literários, como nos textos de memórias e crônicas? Quais as facetas reveladas por modos tão singulares de enxergar potências e fragilidades de onde vivem? Vale a aposta, não é mesmo?     

Nesse movimento de publicizar dizeres, cabe investir em organizar encontros maiores, em um pátio de uma escola da cidade ou mesmo em um auditório, a fim de promover grandes rodas de leitura e valorosos debates em função da análise dos variados gêneros olímpicos. Já consigo vislumbrar potentes discussões, em torno de artigos de opinião e documentários, que seguramente alimentarão nossos jovens para o mais pleno exercício da troca de saberes, da colaboração e da empatia. Assim, reunir jovens de escolas diferentes (de um mesmo município ou até de municípios vizinhos) celebrará a pluralidade de olhares para a realidade, incluindo, quem sabe, reflexões sobre propostas de intervenção!

Contatar pessoas ligadas a emissoras de rádio e TV locais (algumas delas, inclusive, podem ter participado da Comissão Julgadora Escolar) é uma forma bastante interessante de socializar os dizeres dos estudantes. Já tivemos o relato de experiências exitosas, reunindo escritos de diferentes alunos, sob a coordenação da professora Alzeni Pinheiro de Souza (Três Marias- MG), na Série “Meu lugar tem histórias”. Confira e aposte nessa ideia!

Quem disse que nossas praças, bibliotecas públicas ou outros espaços culturais não podem acolher os textos escritos e os documentários de nossos estudantes? Mobilizar a comunidade para a participação em eventos de divulgação das produções dos alunos revela-se como uma oportunidade de dar voz a eles ou mesmo a outras pessoas que queiram declamar seus poemas ou compartilhar outras experiências de autoria. Esse lugar privilegiado de fala é uma conquista e deve ser celebrada sempre, não é mesmo? Como inspiração, segue entrevista com Sérgio Vaz, idealizador do Sarau da Cooperifa (Cooperativa Cultural da Periferia),

Bem, espero que eu tenha conseguido chamar a atenção de vocês para esse exercício fundamental da valorização e partilha dos textos escritos e vídeos produzidos para esta edição da Olimpíada. Agora, passo a voz a vocês, a fim de que retratem outros modos de celebrar a aprendizagem!

Um beijo carinhoso, muito obrigada e até já,

Olímpia

Foto 1: Elineide Ferreira de Sousa EMEB Marcos Rogério da Rosa São Bernardo do Campo São Paulo

Foto 2: Professoras Cislei Maria Silva, Ivelize Marielle, Zelma Pereira da Silva Canto e Vera Ferreira Escola Estadual Teófilo Martins Ferreira Unaí  MG.

Foto 3: Estudante Gasparense vai a fase nacional de Olimpíada de Língua Portuguesa - TV GASPAR

Foto 4: Professora Maria Celeste de Souza Escola Municipal Ricaho de Areia Hidrolandia Uibaí BA

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