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Autor Profª Olímpia
Pergunta:

Nesta semana, Olímpia conversa a respeito da produção escrita da versão inicial, nos gêneros do concurso de textos.

 

Talentosos professores,

No texto da semana passada, falamos sobre os passos iniciais para o trabalho com os Cadernos Virtuais, de olho na possibilidade de caminharmos juntos, oficina a oficina, aprendendo uns com os outros a vivenciar a sequência didática em sala de aula.

Agora, vamos seguir em frente, anunciando o novo desafio: a produção escrita da versão inicial do texto, qualquer que seja o gênero discursivo em questão (poema, crônica, memórias literárias ou artigo de opinião). Mas, antes de prosseguir, vale uma observação: optei por reunir apenas os gêneros marcados, essencialmente, pela linguagem escrita, deixando o nosso gênero multimodal para uma outra conversa, quando darei continuidade à publicação “Documentário: saberes iniciais”, considerando as respostas e as dúvidas apresentadas.

Bem, para entender bem direitinho nossa prosa, é fundamental partirmos dos quatro passos anunciados anteriormente, a fim de levarmos os alunos à experiência de escrever uma primeira versão do texto, considerando o planejamento prévio do professor e as atividades já descritas. Assim compreendido o processo, cada docente estará pronto para colocar em prática a oficina do Caderno Virtual atrelada a esses primeiros escritos (no caso dos gêneros poema e crônica, trata-se da oficina 03; para memórias literárias e artigo de opinião, a oficina é a 05).

Vamos conhecer de perto as principais questões que cercam tal produção? Clique em cada pergunta para acessar a resposta.

A produção da versão inicial do texto consiste em uma proposta de investigação de conhecimentos prévios dos alunos sobre o gênero em destaque, de forma a complementar os dados do diagnóstico do professor, iniciado na roda de conversa. Como destacado na oficina específica de cada um dos quatro gêneros olímpicos escritos, essa produção – realizada de forma contextualizada e significativa – torna-se elemento-chave na lógica de trabalho com a sequência didática, uma vez que serve como parâmetro tanto para o professor quanto para o aluno-autor (como veremos na resposta a seguir).   

Considerando o enfoque diagnóstico, como acima salientado, a produção inicial revelará os saberes prévios dos alunos, oferecendo ao professor dados preciosos acerca do que a turma já sabe e do que precisa aprender. Assim, ao analisar tais informações, caberá ao professor voltar seu olhar para as oficinas propostas em cada Caderno Virtual, com vistas a selecionar as que são condizentes às necessidades dos estudantes de cada sala de aula. Pensando dessa forma, os alunos ampliarão o repertório de conhecimentos sobre o gênero (considerando as dimensões discursiva, textual e linguística), tornando possível a avaliação de cada aluno, diante de seu texto inicial, após as vivências em diferentes oficinas. Dito de outro modo, a produção inicial também servirá como parâmetro para o estudante, pois, em função dos saberes construídos ao longo da sequência didática, ele poderá ler e analisar esses dizeres iniciais, compondo uma nova versão do texto.

O movimento metodológico previsto na sequência didática (SD) promove a condição de o aluno refletir sobre diferentes aspectos do gênero, discutidos por meio de distintas atividades e oficinas, favorecendo a articulação de conhecimentos e a análise mais criteriosa e reflexiva sobre seus próprios escritos. Assim, com o passo a passo da SD, o olhar de cada estudante torna-se mais ajustado ao gênero em estudo, contando com a exploração de práticas de linguagem diversificadas, o que potencializará a produção da versão final do texto.    

Entendo que o professor deverá estar atento ao fato de que a produção inicial do texto não será foco de correção, ou seja, caberá ao docente ler e analisar os escritos dos alunos, guardando tais produções para os momentos finais, quando as oficinas já tiverem sido realizadas e a aposta for a de devolver cada texto ao seu autor, a fim de que uma nova versão seja escrita. Além disso, no trabalho com a SD, o olhar processual para a avaliação é fundamental, ou seja, o docente terá de apostar na construção social de conhecimentos, investigando sempre o aprendizado da turma, a fim de não deixar ninguém para trás!

Vamos continuar a conversa? Agora, a voz é de vocês!

Bj, obrigada e até já,

Olímpia   

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