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Os projetos selecionados - Seminário “Práticas de Escrita: da cultura local à sala de aula”

Inicio do conteudo

Veja aqui as sinopses dos projetos que serão apresentados no seminário e quem são seus autores. 

Projeto: A ponte pela qual precisamos passar
Autora: Bernadete Queiroz dos Reis Guerra – Frederico Westphalen (RS)
Uma ponte interditada sobre o rio Uruguai deu origem ao projeto. A professora Bernadete viu nesse problema real, que afetava a vida dos moradores, a oportunidade de ampliar o letramento de seus alunos do 3º ano do ensino médio da Escola Estadual Técnica José Cañellas, de Frederico Westphalen (RS). Uma carta aberta, publicada no jornal local, e também entregue à Câmara de Vereadores e ao Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) é o produto final do projeto que, além do letramento, também desenvolve a cidadania.


Projeto: Água, letramento e economia
Autora: Maria Geralda Silva – Carmo do Paraíba (MG)
Tempos de escassez de água. Por que não aliar o enfrentamento desse grave problema à aprendizagem da leitura e da escrita? Foi o que fez a professora Maria Geralda com seus alunos do 3º ano do ensino médio da Escola Estadual Professor José Hugo Guimarães, localizada em Carmo do Paraíba (MG). Leitura de contas de água, charges, textos de divulgação científica e entrevista com representante da COPASA (Companhia de Saneamento de Minas Gerais) culminaram com a produção de um folheto informativo. O projeto mostra que letramento e conscientização podem caminhar juntos.


Projeto: Cantos Distantes
Autora: Maria Verúcia de Souza – Brasília (DF)
Em tempos de internet, há espaço para a escrita e o envio de cartas na forma tradicional? A professora Maria Verúcia e seus alunos do 3º ano do ensino fundamental da Escola Classe 308 Sul, de Brasília, demonstram que é possível dar novo sentido à troca de cartas como meio de compartilhar diferentes culturas. Por meio das cartas, crianças de Brasília puderam “encontrar-se” com crianças da Escola São Francisco, em Cabo Verde, viajando, sem deslocar-se fisicamente, para “cantos distantes”.


Projeto: Curta-poesias
Autora: Patrícia Amaral – Afogados da Ingazeira (PE)
Adentrar o universo encantador da poesia do sertão pernambucano onde, segundo a autora, “o solo árido se torna fértil na imaginação do poeta declamador”. Conhecer, valorizar e preservar a cultura popular. Esse conjunto de desejos fez nascer o projeto “Curta-poesias”, que une tradição local com modernos recursos tecnológicos, pondo movimento, som e cor em poemas, transformados assim em animações (curta-metragem). Com esse propósito, a professora e as turmas de 9º ano do Centro de Excelência Municipal Dom Mota, localizado em Afogados da Ingazeira, no Sertão de Pernambuco, mergulharam nos versos do escritor e poeta sertanejo Dedé Monteiro, nascido na vizinha cidade de Tabira.


Projeto: Combate à dengue
Autora: Sandra Margarete de Oliveira Cajaíba – Tremendal (BA)

Uma epidemia de dengue desencadeou o projeto da professora Sandra com os alunos do 9º ano do ensino fundamental do Centro Educacional de Tremedal (BA). Entendendo ser a escola um espaço privilegiado de disseminação da informação, construção de saberes e conscientização, a professora procurou sensibilizar os alunos para a importância do desenvolvimento de ações comprometidas com o conhecimento e, ao mesmo tempo, úteis à comunidade escolar e local. A leitura de notícias provocou o debate sobre as causas da epidemia; vídeos e palestra com o agente de endemias completaram as informações. O projeto, que mostra uma escola sintonizada com a realidade local, culminou com a produção de folhetos distribuídos à população e cartazes afixados em outra escolas e estabelecimentos comerciais.


Projeto: O ator em cena: Morte e Vida Severina
Autor: José Souza dos Santos – Paripiranga (BA)
O belíssimo poema Morte e Vida Severina, de João Cabral de Melo Neto, deu origem ao projeto “O ator em cena: Morte e Vida Severina”, realizado com os alunos do 9º ano da Escola Municipal Maria Dias Trindade, localizada no povoado Antas do Raso, município de Paripiranga (BA). A cultura da reza, do benzer para curar mazelas e o costume das sentinelas sobrevivem nesta localidade, como também ainda há os retirantes que saem para a região sul em busca de vida melhor. Além da leitura do poema, o projeto propicia o debate, a apreciação do filme inspirado no poema, entrevista com os moradores, produção de poema e vídeo e culmina com a apresentação de uma peça teatral.


Projeto: Encantos de Mojuí dos Campos
Autora: Rosiane Maria da Silva Coelho – Mojuí dos Campos (PA)
Dois objetivos moveram a professora Rosiane, da Escola Estadual Governador Fernando Guilhon, a desenvolver o projeto “Encantos de Mojuí dos Campos”, cidade do Pará: valorizar o lugar em que vivem e tornar a escrita mais significativa, como atividade social, voltada para o contexto sociocultural dos estudantes. A produção de um folder turístico da cidade, além de estabelecer umaconexão entre a escola e a comunidade, valorizando os eventos festivos e pontos turísticos, também possibilitou o uso da linguagem para fins reais, tornando os alunos protagonistas do lugar em que vivem. O projeto foi realizado com alunos do 3º ano do ensino médio.


Projeto: Funk: despertando pontos de vista em sala de aula
Autora: Marlucia da Silva Souza Brandão – Marataízes (ES)
Ao identificar o interesse dos alunos do 1º ano do ensino médio pelo funk, a professora Marlucia, que trabalha na Escola Estadual Domingos José Martins, localizada em Marataízes (ES), decidiu desenvolver um projeto que possibilitasse valorizar esse gênero musical como manifestação cultural e, ao mesmo tempo, lançar um olhar crítico sobre o conteúdo de suas letras. O desenvolvimento do projeto possibilitou um debate sobre a cultura marginal e a cultura aceita pela escola, culminando com a produção de artigos de opinião sobre o funk, que depois de aperfeiçoados, foram publicados no blog da turma.


Projeto: Memória Literária de um lugar chamado Riacho Doce
Autora: Rosilene Silva de Oliveira – Riacho Doce (PA)
Quando foi trabalhar na Escola Municipal Santo Amaro, em Riacho Doce (PA), a professora Rosilene notou que seus alunos do 8º ano gostavam muito das histórias contados pelos mais velhos. Concluiu então, que um projeto para registrar essas memórias da vida e do lugar poderia ser uma forma significativa de ampliar o letramento de seus alunos. Além de construir conhecimentos referentes à Língua Portuguesa, os adolescentes tiveram a oportunidade de conviver e de trocar experiências com os mais velhos e assim valorizar as gerações passadas, estreitando os laços e sentimentos de pertencimento que ligam gerações novas e antigas de um mesmo lugar.


Projeto: Nas tramas da memória, tecendo saberes e vivências da nossa história
Autoras: Edna Souza Leal Fontes e Neila Leal Portela – Maracás (BA)
O município de Maracás (BA) tem uma arquitetura construída por alemães refugiados da Segunda Guerra Mundial e um bairro povoado só por descendentes de escravos no qual muitas tradições são mantidas. Mas essa história era desconhecida pelos alunos do 2º e 3º anos do ensino médio do Colégio Estadual Edilson Freire. Com o propósito de mudar esse quadro, as professoras de Língua Portuguesa Edna e Neila se uniram aos professores de História e Geografia para, juntos, recuperarem e registrarem essa história.


Projeto: Produção de fanfics: um jeito de aprimorar letramentos
Autora: Eliane Amaral Costa – Redentora (RS)
O projeto valoriza a multiculturalidade e os multiletramentos existentes na comunidade de Redentora (RS), por meio de um trabalho colaborativo realizado com estudantes dos últimos anos do ensino fundamental e do ensino médio, que envolve três escolas estaduais: Escola Indígena Davy Rigjo Fernandes, Escola de Educação Básica Feliciano Jorge Alberto e Escola de Ensino Médio Américo dos Santos. O ponto de partida são as tradições: poemas, músicas, danças do Grupo Tenência Gaúcha e também dos indígenas do Guarita. Mas o ponto de chegada é a produção de fanfics (ficção de fã), um gênero emergente que circula na internet. Os fanfics produzidos serão publicados em blog específico e no sitehttps://socialspirit.com.br/fanfics. Haverá também divulgação por meio do Jornal da Escola Feliciano Jorge Alberto e pela rádio comunitária local, Nova 104.9.


Projeto: Redes sociais: espaço para (re)formulação de opiniões
Autora: Francis Mari Ribeiro da Silva Tavares – Itanhandu (MG)
A constituição de um grupo de alunos do 3º ano do ensino médio e professores de Português, História e Geografia, no Facebook, para discutir temas polêmicos. Essa foi uma iniciativa dos professores da Escola Estadual Professor Souza Nilo, em Itanhandu (MG) liderados pela professora Francis. Os alunos analisaram charges, notícias e reportagens para, finalmente, produzir um artigo de opinião. O projeto possibilitou o desenvolvimento da argumentação e da capacidade de se posicionar diante de temas polêmicos, como a redução da maioridade penal, as Olimpíadas 2016 e a crise hídrica.


Projeto: Remexendo no baú de memórias: ler e escrever para (se) conhecer
Autora: Vilma Cristina Silva dos Santos – Itaberaba (BA)
“Quando entramos em uma sala de aula do ensino médio, não encontramos apenas os alunos e as alunas de uma determinada classe, encontramos sujeitos envolvidos em muitas práticas sociais, com conquistas, frustrações e anseios. Pessoas que atuam motivadas por diversos interesses e que atribuem diferentes sentidos ao lazer, à cultura, ao conhecimento e ao trabalho. Lá estão jovens histórias de vidas, biografias juvenis a serem desveladas”. Com essas palavras, a professora Vilma inicia o projeto “Remexendo no baú de memórias”, que incentiva jovens alunos do Colégio Estadual Liberdade, localizado na cidade de Itaberaba (BA) a se conhecerem e a escreverem sua autobiografia.


Projeto: Sinhô Cordel
Autora: Polyanna Paz de Medeiros Costa – Rio Largo (AL)
Patrimônio histórico do povo nordestino, o cordel atravessa gerações encantando pessoas de diferentes idades e culturas. Assim, não foi difícil atrair os alunos do 8º ano do ensino fundamental da Escola Municipal Walter Dória de Figueiredo, em Rio Largo (AL) para conhecer e escrever cordéis. Durante o desenvolvimento do projeto, os alunos puderam conhecer os cordelistas alagoanos Jorge Calheiros e Demis Santana. Os cordéis produzidos serão apresentados pelos alunos no centro da cidade.


Projeto: Multiletramento e a vida dos pescadores: as diferentes formas de linguagem
Autora: Alenaide Lima de Almeida – Cansanção (BA)
A vivência dos pescadores – o trabalho da pesca, suas histórias de vida – está na base do projeto desenvolvido pela professora Alenaide com alunos do ensino médio da Escola Estadual Centro Educacional Caminho do Saber, situada no Povoado de Bela Vista, em Cansanção (BA). A produção de um folheto informativo que circulará pelas escolas da região tem a intenção de unir diferentes formas de letramento e ainda valorizar a cultura da pesca, tão presente no lugar.


Projeto: Quem conta um conto aumenta um ponto: das histórias do passado às histórias do presente
Autora: Rosilene Almeida da Silva – Curaçá (BA)
Ler, ouvir e contar histórias tradicionais: esse é o mote do projeto desenvolvido pela professora Rosilene com os alunos do 1º ano do ensino médio, do curso técnico em Zootecnia, do Colégio Estadual José Amâncio Filho, em Curaçá (BA). Partindo da leitura de contos maravilhosos, o projeto pretende trabalhar com os elementos do gênero, a fim de revisitar os causos e as histórias da cidade, recontados por seus mais folclóricos habitantes. Ao produzirem textos coletivos e individuais que resgatem causos do lugar, os alunos ampliam seus círculos de letramento e unem tradição e contemporaneidade.


Projeto: Contos de fadas do mundo inteiro no toque das mãos
Autora: Claudeni Amélia do Nascimento Souza – Ceilândia (DF)
Como promover, de fato, a inclusão de alunos cegos ou com baixa visão por meio da leitura e ainda desenvolver o letramento dos alunos sem nenhuma necessidade especial? Essa questão insistente acabou levando a professora Claudeni a propor a seus alunos de 5º ano da Escola Classe 20, de Ceilândia (DF), que lessem, pelo alfabeto tradicional ou em braile, contos de fadas do mundo inteiro, tendo o mapa-múndi como referência para a localização de suas origens. Depois de devidamente nutridos pelos contos de fadas de diferentes culturas, as crianças recontaram algumas dessas histórias para posteriormente publicá-las e gravá-las em um áudio-livro. Multiculturalismo e multimodalidade então se uniram em um feliz casamento.


Projeto: O ABC dos trava-línguas
Autora: Vera Lucia Pereira Borges Silva – Dourados (MS)
Na Escola Municipal Fazenda Miya Polo, situada na cidade de Dourados (MS), nem sempre é fácil envolver as crianças em práticas de leitura e escrita que promovam a alfabetização e o letramento. Foi assim que a professora Vera Lucia teve a ideia de colocar os trava-línguas no centro das atenções: levando as crianças a recuperarem nas famílias quais eram os mais conhecidos, trabalhando esse registro em sala de aula, promovendo recitações e duelos do gênero capazes de envolver a comunidade rural. Todo esse rico processo, que mobiliza as modalidades oral e escrita, culmina na produção de uma coletânea de trava-línguas a ser lançada na animada festa junina da escola.


Projeto: O funk na sala de aula: quebrando paradigmas
Autora: Rosilene Maria Nascimento – Belo Horizonte (MG)
Quando a professora Rosilene, de Belo Horizonte (MG) percebeu que seus alunos de 9º ano sabiam de cor muitas letras de funk, tratou logo de considerar esse gênero musical como um aliado para o trabalho em sala de aula, afastando-se assim do preconceito com que geralmente é visto pelas classes dominantes. A partir da leitura, da análise e da cantoria das letras de funk, os alunos foram chamados a revisitar canções tão suas conhecidas, discutindo palavras, ideias e temáticas. Foi assim que começaram a selecionar temas capazes de serem desenvolvidos nas oficinas de artigos de opinião, gênero que terá seu lugar já no primeiro número do jornal da escola.


Projeto: Mundo dos gibis
Autora: Katia Silva Souza – Embu-Guaçu (SP)
Qual é a criança que não gosta de histórias em quadrinhos? Tendo esse gênero em mente, a professora Katia, da Escola Municipal Amanda Consuelo da Cunha, que atende crianças de educação infantil e de ensino fundamental I, decidiu que os gibis  poderiam ser um bom meio para problematizar  a questão da falta de água em São Paulo e suas cercanias.  Os alunos do 4º ano dessa escola localizada em Embu-Guaçu (SP) se puseram então a conhecer autores brasileiros de histórias em quadrinhos, a criar personagens e roteiros, sempre de olho em ações conjuntas em prol da economia de água. O resultado de todo esse processo será publicado em um almanaque.


Projeto: Rio Tapacurá: uma morte anunciada pela degradação humana
Autora: Heronita Maria Dantas de Melo – Vitória de Santo Antão (PE)
O que fazer quando o rio antes cristalino que corta sua cidade vai dando sinais de degradação e morte? Pois a professora Heronita e seus alunos, inconformados, se mobilizaram para denunciar a situação do rio Tapacurá, por meio de diferentes ações. Entrevistas com moradores, criação de uma história em quadrinhos, publicação de uma carta aberta, tudo isso faz parte do projeto desenvolvido por ela junto aos alunos do 3º ano do Ensino Médio da Escola Estadual Professora Amélia Coelho, localizada em Vitória de Santo Antão (PE).


Projeto: Resgatando as histórias lendárias do lugar onde vivo
Autora: Rita Ferreira Marcelino Vasconcelos – Castelo do Piauí (PI)
Em Castelo do Piauí (PI), a contação de histórias é uma prática bastante viva. Mas a professora Rita percebeu que seus alunos de 6º ano não se reconheciam nessas lendas que fazem parte do patrimônio imaterial da cidade, pelo simples motivo de que não as conheciam. Ao mesmo tempo em que investia na leitura de lendas e histórias de todo o Brasil, passou a incentivá-los a recolher essas histórias da cidade junto aos familiares, a fim de registrá-las por escrito. O projeto ainda prevê uma roda de contação das lendas mais tradicionais da cidade (a de Nossa Senhora do Desterro, a do Rei, a do Vaqueiro) e também a produção de um documentário.


Projeto: Minha leitura, meu barbante
Autora: Maria Juciele Amancio Souza Silva – Tanque D´Arca (AL)
Ao conversar com seus alunos sobre a literatura de cordel, a professora Juciele constatou, um pouco entristecida, que eles nada sabiam sobre essa tradição nordestina. Iniciou então um processo de resgate do gênero, por meio da apresentação do filme baseado na obra de Ariano Suassuna “Auto da Compadecida”, de documentários sobre o gênero e do contato direto com os folhetos de cordel. Depois os alunos do 9º ano da Escola de Educação Básica Nossa Senhora Mãe do Povo, situada no município de Tanque D’Arca (AL), saíram pela escola e pelas ruas do entorno para fotografar situações ligadas ao tema “Preservação: uma cena, uma história”. O projeto culminará com a gravação de um CD com as produções dos alunos e com a criação de um blog. 


Projeto: O fórum de discussão no ensino da escrita argumentativa
Autora: Aline Uchoa Pereira – Fortaleza (CE)
A Internet tem influenciado na publicidade e no consumo da sociedade atual? A partir dessa pergunta iniciaram-se as interações entre os alunos do 9º ano da Escola Estadual de Educação Profissional Jaime Alencar de Oliveira, de Fortaleza (CE), no fórum de discussão online do ambiente Sócrates, desenvolvido pela Universidade Federal do Ceará. Daí a discutir e produzir vídeos de propaganda, com a formulação de opiniões e argumentos, passando pela realização de debates e oficinas que culminaram na produção de artigos de opinião foi um longo percurso, que contou com muitos sujeitos.

 


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Iniciativa
Itaú
 
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