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Estudo apresenta características de semifinalistas da Olimpíada

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A publicação traz indicações de tecnologias educacionais de qualidade implantadas pelo Ministério da Educação ou desenvolvidas por instituições e empresas públicas ou privadas avaliadas pela Secretaria de Educação Básica. Além do Portal e dos cursos virtuais, o Cenpec também teve selecionado o Programa Jovens Urbanos.

 

Um estudo sobre alunos semifinalistas da Olimpíada de Língua Portuguesa Escrevendo o Futuro, entre os anos de 2002 e 2012, já está disponibilizado aqui no Portal Escrevendo o Futuro. O trabalho foi encomendado pela coordenação do programa e realizado entre 2011 e 2013 pelo pesquisador José Francisco Soares, professor titular aposentado da Faculdade de Educação da UFMG, um dos maiores especialistas brasileiros em avaliação educacional, e por José Aguinaldo Fonseca, professor do Departamento de Matemática e Estatística da PUC de Minas Gerais. Desde fevereiro de 2014, o professor Soares também é presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), do Ministério da Educação. Pela equipe da Olimpíada, o estudo foi acompanhado pela educadora Maria Tereza Cardia, atualmente colaboradora do programa.

 

Criado em 2002 pela Fundação Itaú Social, com a coordenação técnica do Cenpec, como Programa Escrevendo o Futuro, objetiva contribuir para a melhoria da escrita de estudantes de escolas públicas brasileiras por meio da formação de professores. Em 2008 foi firmada parceria com o Ministério da Educação, ampliando a abrangência das ações e a quantidade de anos escolares atendidos: além do 5º e do 6º anos, foram incluídos os 8º e 9º anos do Ensino Fundamental e os 2º e 3º anos do Ensino Médio. O programa tornou-se uma ação do Plano de Desenvolvimento da Educação e passou a ser denominado Olimpíada de Língua Portuguesa Escrevendo o Futuro.

 

A intenção do estudo foi caracterizar os semifinalistas do Programa Escrevendo o Futuro – de 2002, 2004 e 2006 -, da Olimpíada de Língua Portuguesa Escrevendo o Futuro das edições de 2008, 2010 e 2012, e também verificar se uma maior presença do projeto nas escolas estaria associada a um melhor desempenho de todos os seus alunos - semifinalistas ou não - no teste de Leitura da Prova Brasil. Para essa caracterização dos alunos semifinalistas foram levadas em conta categorias como sexo, escola, município, Unidade da Federação e região onde vive o estudante.

 

Segundo Maria Tereza Cardia, o estudo permitiu constatar que mesmo alunos de escolas com nível socioeconômico baixo e de municípios com baixo IDH [Índice de Desenvolvimento Humano] chegam à concorrida etapa semifinal da Olimpíada.

 

Outra constatação relevante, ao considerar as características da escola, conforme os dados do Censo Escolar de 2010, foi o fato de que alunos cujas escolas tiveram mais exposição à Olimpíada alcançaram melhor desempenho em leitura. Ainda segundo Cardia, o que se observou foi uma associação positiva entre a maior participação nas várias edições da Olimpíada e o desempenho em leitura na Prova Brasil. “Embora seja um desempenho discretamente melhor do que o das escolas que não tiveram semifinalistas, trata-se de algo inesperado, visto que o foco da Olimpíada é a produção de textos”, concluiu.

 

Clique aqui para acessar e baixar a publicação.


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Undime
 
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Coordenação técnica
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Iniciativa
Itaú
 
Ministério da Educação
Olimpíada de Língua Portuguesa Escrevendo o Futuro
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Central de atendimento: 0800-7719310
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