Nessas duas décadas de trabalho com formação de professores de língua portuguesa no curso de licenciatura e com literatura e ensino na pós-graduação, uma das questões que emergem com força – nas conversas com alunos estagiários, nos relatórios de estágio e nas pesquisas – refere-se à formação do professor enquanto leitor. 

Além dessas fontes, ouço com frequência, nos congressos, na mídia, em estudos acadêmicos, que o professor de hoje lê pouco ou não lê e que isso é em grande parte responsável pela má formação do aluno como leitor, uma vez que a condição sine qua non para formar leitores na escola seria que o professor fosse ele próprio leitor. 
Não há dúvida de que um professor precisa conhecer com proficiência o seu conteúdo de ensino e possuir uma didática.
 
Entretanto, no caso da literatura, como isso se dá?
 
Descubra lendo o artigo da Professora Neide Rezende, publicado na última edição da revista Na Ponta do Lápis e disponível no portal Escrevendo o Futuro. Para ler o artigo na íntegra, clique no livro abaixo.